sábado, 23 de janeiro de 2010

O ser Psicólogo

Profusão de vãs idéias
Com origens na mocidade,
Trazendo seres insanos
Para o seio da sociedade.
Lindos entes, de repente,
Profanados pela mente
Se espalham pela cidade
Como elos de uma corrente...
Aturdidos pela alma
Lucidez está ausente
Quem ousa saber a causa
Dos desvios destas mentes.
Como no início em que o dom se esmera
É preciso muita espera
Municiar a mente
Folhear livros diferentes e,
Como se artistas fôra
Pintar a razão o obscuro mundo incoerente.
Diferentes, conturbados,
Prisioneiros da agonia
Cabe a quem pô-los em sintonia?
O poema é uma homenagem
Aos artífices da psicologia.
Suas ações em andamento
Buscam sempre dar alento
A uma mente em julgamento.
Aprofundam-se aos limites do insano
Na perplexidade do subterrâneo da mente,
Sempre existe um atalho...
Me emocina esse tema
Ao falar e seu trabalho...
Encerrando esse poema
Sintetiza tudo o prólogo,
Que o senhor do universo
Ao criar a mente humana
Fez melhor,
O psicólogo...
Por Rubens Rodrigues de Souza, motorista de ônibus em Curitiba/PR e poeta.